Há um mês, estou mantendo uma mulher encarcerada e amarrada
aqui no meu sótão com vista para o mar. Ela é linda, tem um sotaque delicioso,
uma risada divertidíssima, olhos espetaculares e os mais perfeitos seios que já
vi. Ela é tão incrível, que no instante em que a vi, eu me apaixonei completamente. Tão incrível, que eu levaria dias só para descrevê-la.
Não me julguem. Eu não sou um sujeito ruim. Pelo contrário. Sou bom e
sensato. Por isso eu a deixo com total liberdade para fazer o que bem quiser
ali. No sótão, ela tem acesso à internet, está presente em todas as redes
sociais, possui uma vasta biblioteca, porque ela ama ler, tem cerveja gelada
sempre a mão e, principalmente, total liberdade para receber amigos e amigas. A
idéia é ser tão bom que ela desenvolva uma espécie de síndrome de Estolcomo e
perceba que eu sou o cara ideal para ela passar o resto de sua vida ao lado.
Por enquanto, tem dado certo.
hahahahahaaha, essa é a ideia é? não acredito que esteja funcionando, ela parece ser inteligente demais para não perceber isso, ou se contentar com um sotão com internet, livros e cerveja. acho que na verdade ela é tão inteligente que conseguiu inverter a situação, quem esta em cárcere és tu, e a carcereira ela. por exemplo, tu conseguiria ir embora?
ResponderExcluirIr embora e voltar? É o que fazemos. Ir embora de vez? Como?
ResponderExcluirNão, você não inverteu nada pq não precisa. Eu mantenho em cárcere por necessidade. :P